Tuesday, December 7, 2010

Os custos sociais da pornografia

P. Langdale Hough
23 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Na semana passada no Clube Nacional de Imprensa em Washington, D.C., o Instituto Witherspoon informou sobre uma série de descobertas acadêmicas e recomendações acerca dos custos sociais da pornografia.
Em dezembro de 2008 um grupo variado de acadêmicos, médicos e jornalistas se reuniu em Princeton, New Jersey, para começar uma investigação inicial sobre os danos sociais do consumo da pornografia em homens, mulheres e crianças. Os acadêmicos participantes tinham vindo de uma ampla variedade deprofissões especializadas. Psiquiatras, especialistas legais, médicos e economistas reuniram uma análise rigorosa das dimensões neurológicas, psicológicas, econômicas, sociais, políticas, legais e filosóficas do uso da pornografia. O resultado foi divulgado em 16 de março de 2010, quando o Instituto Witherspoon apresentou o documento “The Social Costs of Pornography: A Statement of Findings and Recommendations” (Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações).
Três observações importantes sobre o documento merecem ser feitas. Primeira, ele apresenta variado consenso profissional e especializado sobre as ramificações sociais da pornografia de internet, um consenso que está em divergência com boa parte das opiniões aceitas sobre a questão. Segunda, algumas implicações da evidência empírica apresentadas no documento provocarão controvérsia, em parte por causa de uma suscetibilidade libertária predominante com respeito ao consumo da pornografia. Em último lugar, é preciso fazer muito mais pesquisas, considerando o crescimento relativamente recente da pornografia deinternet e o desafio de obter dados confiáveis de produtores e consumidores da pornografia de internet.
O que sustenta boa parte da opinião pública sobre a pornografia é a compreensão do consumo depornografia como entretenimento inócuo, expressão sexual benigna ou ajudante matrimonial. Contudo, essa maneira de ver fica complicada com a onipresença de materiais pornográficos instantâneos, realistas e descarados, e o crescente volume de evidências empíricas que confirmam os danos que a pornografia cria naqueles que produzem e consomem a pornografia bem como naqueles que vivem e trabalham nos mesmos domicílios, empresas e comunidades onde há usuários de pornografia. Dentro dessas duas observações estão importantes afirmações específicas, algumas das quais podem ser achadas aqui e todas das quais estão inteiramente documentadas em Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações.
Com a chegada da era da internet, pessoas de todas as idades e classes, de ambos os sexos, têm agora acesso quase ilimitado a conteúdo de pornografia que é feito para todos os gostos e fantasias adquiridos por hábito. A acessibilidade instantânea dos materiais é aumentada pelo desenvolvimento aparentemente infindável de mídias digitais mais vívidas e realísticas e uma indústria responsável por quase um quinto detodos os filmes pagos dos Estados Unidos. No meio desses avanços técnicos, as comunidades terapêuticas e médicas relatam uma presença crescente de (e audiência para) pornografia explícita. Se, como sugerem alguns, estamos à beira de uma nova revolução de mídia 3-D, experiências pornográficas ainda mais dramáticas poderão logo ser disponibilizadas.
A onipresença da pornografia na era da internet vem acompanhada por um volume crescente deevidências que indicam que, independente da idade e do sexo, todos são afetados. A maior parte dos danos sociais ligados ao consumo da pornografia parece se originar de sua natureza psicológica como uma intensa experiência de treinamento de conduta e concessão de permissão dentro do contexto de aprendizado altamente eficaz da excitação sexual, onde ações são demonstradas, repetidas, incentivadas e/ou proibidas via imagens cheias de informações.
Estudos empíricos revelam a neurociência do consumo da pornografia. Alguns estudos mostram que o uso da pornografia mina o relacionamento conjugal e outros relacionamentos íntimos de seus usuários, pode tornar os homens sexualmente incompetentes com uma parceira real, e para alguns pode levar a atrações crescentes para com imagens e condutas de natureza pornográfica. Mulheres não só enfrentam novas expectações de conduta sexual, mas também se defrontam com mais chances de divórcio, infidelidade e casamentos menos felizes. Crianças, principalmente rapazes, são mais inclinados à violência, agressão e coerção sexual de colegas, são mais suscetíveis à coerção sexual por parte de colegas e adultos. As meninas adolescentes são mais inclinadas a tolerar abuso emocional, físico e sexual. Por último, embora seja preciso fazer muitas pesquisas nessa área, parece que a pornografia continua a ser um fator no tráfico de seres humanos para a exploração sexual. Em resumo, a pornografia tem custos sociais para os que estão envolvidos em nível principal (consumidores e produtores, sejam homens, mulheres ou crianças) e nível secundário (geralmente mulheres e crianças).
Essas descobertas, que são avaliadas de forma mais abrangente em Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações e sua pesquisa associada, são de preocupar profundamente. O grupo variado de especialistas que assinou o documento concorda que uma mudança nas expectativas e informações públicas sobre os custos sociais do consumo da pornografia — em parte modelada na campanha bem-sucedida contra o fumo nas últimas cinco décadas — é necessária. Embora nem todos estejam de acordo com todas as recomendações no documento, eles oferecem várias propostas para ajudar a demonstrar o tipo de abordagem que se precisa. Algumas das recomendações do documento incluem:
— uma conscientização maior por parte da comunidade terapêutica quanto aos danos do consumo da pornografia bem como pesquisas adicionais nessa área;
— maior atenção por parte dos profissionais da educação quanto a esse volume de pesquisas e os perigos e desafios que os adolescentes adultos estão enfrentando;
— maior interesse por parte de jornalistas sobre as consequências da onipresença da pornografia e um envolvimento de rigoroso jornalismo investigativo na indústria pornográfica;
— uma resposta rigorosa da indústria privada para com o uso da pornografia no ambiente de trabalho e uma conscientização dirigida a empregados com problemas de pornografia;
— a “desglamorização” do uso da pornografia por parte das celebridades e da cultura popular;
— e finalmente, um engajamento nessa questão por parte dos governos locais e federais, inclusive: legislação para tornar ilegal a pornografia nos servidores padrões usados pelas pessoas comuns; uso das posições de influência para uma campanha pública para mostrar que a pornografia — até mesmo quando não preenche a definição estreita e legal de “obscena” — necessariamente não se enquadra na liberdade de“expressão” conforme a Primeira Emenda protege; rotular todos os materiais pornográficos (impressos e digitais) com um aviso sobre o potencial viciador da pornografia e consequentes danos psicológicos possíveis para o consumidor; o redesenvolvimento e a mobilização da unidade do Ministério da Justiça dedicada à instauração de ações legais contra obscenidade para lidar com o fenômeno específico e complexo da pornografia de internet; e a criação de um novo direito privado (civil, não criminal) de ação, chamado a “exposição negligente de um menor ou um adulto indisposto a materiais obscenos”.
Os Custos Sociais da Pornografia: Descobertas e Recomendações foi escrito entendendo-se que a sociedade estará em melhores condições se os fatos sobre o uso da pornografia e suas consequências forem ampla e eficazmente circulados de modo que pessoas de todos os tipos consigam levá-las em consideração. Considerando que o interesse da indústria pornográfica no desenvolvimento de avanços tecnológicos novos e mais vividos nos meios de comunicação, é mais importante do que nunca que as famílias, os pastores, os profissionais terapêuticos, os educadores, os líderes empresariais e os servidores públicos fiquem mais conscientes das devastadoras conseqüências sociais da onipresença da pornografia na era da internet.
Há alguns sinais de que está havendo progresso. As classes psiquiátricas e terapêuticas recentemente começaram a fazer certas observações com relação aos custos do consumo da pornografia na conduta deum indivíduo. A Associação Americana de Psiquiatria em sua proposta revisão recentemente divulgada doManual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais pela primeira vez incluiu referências específicas à pornografia como possível fator em “Desordens Hipersexuais”. Se essa revisão permanecer no manualfinal, será um importante primeiro passo para autorizar indivíduos e famílias a buscar tratamento específico e cobertura de seguro para condutas resultantes de ou diretamente ligadas ao consumo depornografia.
Incentivo você a considerar as descobertas e recomendações que se encontram no documento integral, disponível online junto com uma apresentação de vídeo das consultas e rascunhos das consultas dosdocumentos de pesquisas.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10032313
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Do luxo ao lixo: conheça ganhadores da loteria que perderam tudo

Callie Rogers gastou com casas, carros, roupas de grife, festas, implantes de silicone nos seios e drogas

Foto: Reprodução

Cerca de um terço dos ganhadores de loteria vão à falência apenas alguns anos depois de receberem os primeiros milhões, segundo pesquisa realizada nos Estados Unidos. O enriquecimento súbito e a incapacidade de administração do patrimônio muitas vezes levam as pessoas ao descontrole financeiro. Conheça dez sortudos que acabaram com a fortuna que ganharam na loteria em pouco tempo.

Luxo e drogas
A inglesa Callie Rogers, 22 anos, ganhou quase dois milhões de libras (equivalente a R$ 5 milhões) aos 16 anos. Em sete anos, a jovem gastou quase todo o seu dinheiro (restam-lhe menos de R$ 300 mil), viciou-se em drogas e tentou suicídio três vezes.

Callie usou boa parte do prêmio para comprar quatro casas para sua família, carros novos, roupas de grife, para fazer festas e para colocar implantes de silicone nos seios. Quinze dias depois de ganhar na loteria, ela conheceu seu namorado, Nicky Lawson, 29 anos, com quem se casou e teve dois filhos.

Durante o casamento, Callie gastou mais de R$ 680 mil em cocaína. Ela entrou em depressão e tentou cometer suicídio três vezes - a última vez foi no início deste ano, depois de perder a guarda dos filhos. A jovem diz estar determinada a recuperar a custódia das crianças.

Lixeiro
Um inglês que ganhou 9,7 milhões de libras (cerca de R$ 26 milhões) na loteria há oito anos quer voltar ser lixeiro para poder sustentar as duas filhas depois de ter gastado toda a sua fortuna. Michael Carroll, 26 anos, de Norfolk, na Inglaterra, tinha 19 anos quando ganhou o prêmio, em novembro de 2002.

Michael, que gastou sua fortuna em drogas, jogatinas e prostitutas. No auge da vida de milionário, Carroll gastava cerca de R$ 6 mil com cocaína todo dia. Sua mulher o deixou e levou a filha do casal com ela. Na casa que comprou com o prêmio, o britânico costumava dar festas regadas a bebida e sexo, nas quais chegava a dormir com quatro garotas de programa por noite. Em 2004, o gari foi preso por cinco meses por abuso de drogas.

Michael afirma ter sido bastante generoso com amigos e familiares, dando a eles quase metade da fortuna. Para o time de futebol do coração, o Rangers, Carroll doou cerca de R$ 3 milhões.

Sem nada em quatro anos
O maior prêmio já concedido na história pela loteria americana foi de US$ 315 milhões. O ganhador foi Jack Whittaker, em 2002. Jack já tinha uma boa estabilidade financeira trabalhando no ramo da construção civil, mas sua vida deu uma virada ao ganhar o prêmio - para pior.

Jack foi preso por dirigir embriagado e ameaçar o dono de um bar, e começou a perder dinheiro. Gastou mais de US$ 100 mil em um clube de strip-tease, teve US$ 745 mil roubados de seu carro e respondeu por diversos processos por dívidas em jogos de azar. Em um deles Whittaker foi processado ao passar cheques sem fundo para um cassino, no valor de US$ 1,5 milhão, para encobrir suas perdas no jogo.

Sua mulher pediu o divórcio, sua neta e o namorado morreram de overdose, em parte financiada com a mesada de US$ 2,1 mil que ele dava e ela. Sua filha também morreu por causas desconhecidas. Hoje Whittaker está sem dinheiro e sem família. Mas ele também praticou o bem, doando milhões de dólares para associações cristãs de caridade e para a Jack Whittaker Foundantion, uma ONG que ajuda necessitados de West Virginia, estado onde mora.

Doação
A sul-coreana Janite Lee, 52 anos, moradora do Estado americano do Missouri, ganhou US$ 18 milhões em 1993 e começou a abrir a carteira. Doou US$ 1 milhão para a Universidade de Washington, US$ 277 mil para políticos do Partido Democrata, US$ 30 mil para a família de um pastor e ainda grande somas para a igreja e instituições de caridade.

Lee também comprou coisas para si mesma, como carros e casas chiques, além de ser viciada em jogos: chegou a perder US$ 347 mil em cassinos em um ano. Em 2001 ela declarou falência com US$ 700 em duas contas bancárias. Mas, devido à toda sua caridade, Janite Lee teve a oportunidade de jantar com líderes mundiais, entre eles o ex-presidente americano Bill Clinton.

Após prêmio, suicídio
Depois de ganhar US$ 31 milhões em 1997, o pastor americano Billie Bob Harrell, do Texas, teve um fim trágico. Após ganhar o prêmio ele comprou casas e carros, mas também começou a sofrer pressões de desconhecidos para ajudá-los. Generoso, o pastor emprestava dinheiro a todos que pediam, mas poucos pagaram a dívida.

Harrell também doou parte do dinheiro à igreja e a instituições de caridade. Ele acabou indo à falência, perdeu a mulher e, dois anos depois de ganhar o prêmio milionário, acabou cometendo suicídio. Sua família, que não sabe explicar para onde foi grande parte da fortuna, ficou apenas com uma grande dívida em impostos devidos ao governo.

Escolhas erradas
O americano Shefik Tallmadge ganhou US$ 6,7 milhões com um bilhete comprado com sua última nota de US$ 5 na loteria do Arizona em 1988. Ele mudou de emprego, conseguiu um diploma de cientista político, se casou e se mudou para a Califórnia. Após passar anos viajando pela Ásia e África e comprar carros esportivos e imóveis, Tallmadge se interessou pelo ramo de combustíveis. Chegou a ser dono de quatro postos de gasolina, mas suas escolhas o levaram à falência em 2006.

Loucura e cinema
A britânica Vivian Nicholson ganhou um prêmio de 152 mil libras (cerca de 3 milhões de libras em valores atuais) em 1961 e ficou conhecida por dizer que iria "gastar, gastar, gastar" o prêmio. E foi o que ela fez. Depois de ganhar o prêmio, Vivian ficou viúva e se casou outras cinco vezes. Fez tratamento para alcoolismo, sofreu um derrame, foi deportada da ilha de Malta, tentou o suicídio e foi internada em um hospício. A história da vida de Vivian foi adaptada para o cinema e também virou livro e musical. Atualmente ela, que é idosa e aposentada, vive com uma pensão de 87 libras por semana, mas diz não se arrepender de nada.

Processo por sonegação
Em 1990, a assistente de enfermagem americana Rhoda Toth ganhou US$ 13 milhões na loteria da Flórida. Rhoda jogou na loteria quando somente restava US$ 27 a ela e ao marido. Os dois gastaram todo o dinheiro que ganharam até serem processados por sonegação de impostos em 2006.

Quando foram presos, Rhoda e o marido já viviam na pobreza novamente. Rhoda fingiu ter esclerose múltipla para evitar a condenação, mas agentes federais gravaram imagens dela fora do tribunal, sem nenhum indício de doença. O marido, Alex Toth, morreu de ataque cardíaco em 2008. Ela foi condenada a dois anos de prisão e ao pagamento de US$ 1,1 milhão à Receita Federal dos EUA.

Vida em trailer
Evelyn Adams foi premiada na loteria de New Jersey duas vezes, em 1985 e em 1986. A chance de vencer duas vezes na loteria é de uma em 17 trilhões, segundo o Times , mas a sorte não foi suficiente para Evelyn não ter mais preocupações. Ela perdeu grande parte dos US$ 5,4 milhões ganhos em jogos de azar e hoje vive em um trailer no estado de New Jersey.

Dívida para o banco
A americana Suzanne Mullins, moradora do Estado da Virginia, explorou uma opção diferente de receber seu dinheiro em 1993. Enquanto quase todo mundo pega sua bolada de uma vez só, ela preferiu dividir o recebimento do seu prêmio de US$ 4,2 milhões em 20 vezes. Parecia sensato, mas Mullins não soube administrar. De algum jeito, ela conseguiu ficar devendo para o banco, e ainda está em dívidas com credores, mesmo não cometendo nenhuma extravagância aparente. Segundo ela, o rombo nas contas é devido a despesas médicas do seu genro, que ultrapassariam um milhão de dólares.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4830322-EI294,00-Do+luxo+ao+lixo+conheca+ganhadores+da+loteria+que+perderam+tudo.html

Tuesday, November 30, 2010

Assassinatos contra gays: dados manipulados

Júlio Lins
Segundo reportagem da Agência Câmara, "pesquisas registram mais de 200 assassinatos a homossexuais em todo o país". Sim, mas assassinados por quê? Pelo fato de serem homossexuais? Pelo fato de estarem em ambientes marcados pela violência? Pelo consumo de drogas? Pela libertinagem? Por latrocínios? Pelo fato de estarem de madrugada em ruas e bairros perigosos? Não se cita. Assim sendo, parece que, se um homossexual estiver andando de madrugada na Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro e calhar de ele ser assassinado, engrossará as estatísticas de "assassinatos contra homossexuais".
Não bastasse a ausência de detalhes em tais pesquisas, todos os veículos de imprensa falham em mencionar que, no Brasil, no ano de 2007, ocorreram 47.707 assassinatos. Logo, se cerca de 200 são contra homossexuais, então o número de assassinatos contra homossexuais é 0,42% do total.
Homossexuais representam 0,42% da população? Certamente não. Não há pesquisas isentas sobre o número de homossexuais no Brasil, embora os grupos gays mais radicais dizem chegar a 9% da população. No entanto, na Europa, onde a aceitação ao homossexualismo é maior que no Brasil, a porcentagem de gays não chega a passar de 2%.
No Reino Unido, segundo pesquisa da ONS (Office for National Statistics), feita com quase 250.000 pessoas, chegou-se à conclusão que 1,3% dos homens são gays, 0,6% das mulheres são lésbicas e 0,5% são bissexuais. No total, 1,5% das pessoas são gays ou bissexuais.
Na Espanha, pesquisa da INE, baseada em 10.838 entrevistas praticadas no último semestre de 2003, assinalou que somente 1% da população mantém relações exclusivamente homossexuais. A população que reconhece ter tido em alguma ocasião este tipo de relação ao longo de sua vida é de 3%, 3,7% entre os homens e 2,7% entre as mulheres.
No Canadá, pesquisas feitas em 2003 com 121.000 adultos canadenses mostrou que somente 1,4% se consideravam homossexuais.
O fato é que, de uma forma ou de outra, se o número de assassinatos contra gays é de cerca de 200, os gays estão subrepresentados quanto ao total de assassinatos, ou seja, os gays são menos propensos a sofrer violência e assassinatos que o resto da população, ao contrário do que a grande mídia propala.
Alguém poderia dizer: e a agressão contra um homossexual ocorrida recentemente em São Paulo? Eu responderia: Sim, é um caso deplorável, mas se a pessoa agrediu o homossexual, o Código Penal já prevê punição para ela; o que não pode acontecer é o crime se tornar maior pelo fato de o agredido ser homossexual, pois isso configuraria uma discriminação contra todos os não-homossexuais.
Quantas pessoas morrem por ano em filas de hospitais? Seriam menos de 200? E o número de mendigos mortos queimados, principalmente no Nordeste? Seriam menos de 200 por ano? Quantas pessoas inocentes morrem por dia na violência das grandes cidades? Seriam menos de 200 por ano? Quantos policiais morrem vítimas da violência? Quantas pessoas morrem por ano vítimas das drogas? Quantas pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito? Seriam menos de 200?
Logo, não faz sentido nenhum as polícias e o Poder Judiciário desviarem a atenção dos 99,58% de assassinados no Brasil (uma vez que a segurança pública brasileira é insuficiente para atender as pessoas que mais precisam dela) para dar tratamento especial a uma minoria de 0,42% que, aliás, está subrepresentada nas estatísticas de assassinatos.

Friday, October 15, 2010

The Law of Probability

Fonte: http://www.answering-islam.org/Walid/10probability.htm

After examining only eight different prophecies (even though he could have used 456) Professor Emeritus of Science at Westmont College, Peter Stoner, has calculated the probability of one man fulfilling the major prophecies made concerning the Messiah. The estimates were worked out by twelve different classes of 600 college students. The students carefully weighed all the factors, discussed each prophecy at length, and examined the various circumstances which might indicate that men had conspired together to fulfill a particular prophecy. They made their estimates conservative enough so that there was finally unanimous agreement among even the most skeptical students. Not only that, but when Professor Stoner took their estimates and made them even more conservative, he also encouraged other skeptics and scientist to make their own estimates to prove that his conclusions were more than fair.

Finally, he submitted his figures for review to a Committee of the American Scientific Affiliation. Upon examination, they verified that his calculations were dependable and accurate in regard to the scientific material presented. For example, concerning Micah 5:2, where it states that the Messiah would be born in Bethlehem, Stoner and his students determined the average population of Bethlehem from the time of Micah to the present; then they divided it by the average population of the earth during the same period. They concluded that the chance of one man being born in Bethlehem was one in 2.8 x 10 to the 5th power - or rounded, one in 300,000.

After examining eight different prophecies, they conservatively estimated that the chance of one man fulfilling all eight prophecies was one in 10 to the 17th power. To illustrate how large the number 10 to the 17th power is (a figure with 17 zeros) Stoner gave this illustration… Imagine covering the entire state of Texas with silver dollars to a level of two feet deep. The total number of silver dollars needed to cover the whole state would be 10 to the 17th power. Now, choose just one of those silver dollars, mark it and drop it from an airplane. Thoroughly stir all the silver dollars all over the state. When this has been done, blindfold one man. Tell him he can travel wherever he wishes in the state of Texas. Tell him that somewhere along the way, he must stop and reach down into the two feet of silver dollars and try to pull up the one specific silver dollar that has been marked. What do you think his chances are? Well, the chance of his finding that one silver dollar in the state of Texas is the same chance the prophets had of eight of their prophecies being fulfilled in any one man in the future.

In financial terms, is there anyone who would not invest in a financial venture if the chance of failure were only one in 10 to the 17th power? This kind of sure investment we are offered by God for belief in Christ His Messiah. Professor Stoner concludes: "The fulfillment of these eight prophecies alone proves that God inspired the writing of those prophecies to a definiteness which lacks only one chance in 10 to the 17th power of being absolute".

Another way of saying this is that any person who minimizes or ignores the significance of the Biblical identifying signs concerning the Messiah would be foolish. Of course though, there are many more than eight prophecies. In another calculation Stoner used 48 prophecies (even though he could have used 456) and arrived at the extremely conservative estimate that the probability of 48 prophecies being fulfilled in one person is 10 to 157th power. How large is the number 10 to the 157th power? 10 to the 157th power contains 157 zeros!

Let us try to illustrate this number using electrons... Electrons are very small objects. They are smaller than atoms. It would take 2.5 times 10 to the 15th power of them, laid side by side, to make one inch. Even if we counted four electrons every second and counted day and night, it would still take us 19 million years just to count a line of electrons one-inch long.

How many electrons would there be if we were dealing with 10 to the 157th power of electrons?

Imagine building a solid ball of electrons that would extend in all directions from the earth of 6 billion light years. The distance in miles of just one light year is 6.4 trillion miles. That would be a big ball! But not big enough to measure 10 to the 157th power of electrons! In order to do that, you must take that big ball of electrons reaching the length of 6 billion light years long in all directions and multiply it by 6 x 10 to the 28th power! How big is that? It's the length of the space required to store trillions and trillions and trillions of the same gigantic balls and more. In fact the space required to store all of these balls combined together would just start to "scratch the surface" of the number of electrons we would need to really accurately speak about 10 to the 157th power!

Assuming you have some idea of the number of electrons we are talking about; imagine marking just one of those electrons in that huge number. Stirring them all up. Then appointing one person to travel in a rocket for as long as he wants, anywhere he wants to go. Now tell him to stop the rocket, segment a part of space, take a high-powered microscope, and find that one marked electron. What do you think his chances of being successful would be? It would be one in 10 to the 157th power. Remember; this number represents the chances of only 48 prophecies coming true in one person.

All this illustrates why it is absolutely impossible for anyone to have fulfilled the Messianic prophecies by chance. In fact, a leading authority on the probability theory, Emile Borel, states in his bookProbabilities and Life, that once we go past one chance in 10 to the 50th power, the probabilities are so small it's impossible to think they will ever occur.

Here is one last illustration of the immensity of the number 10 to the 157th power and why the science of probability shows we are dealing with the miraculous… Imagine one ant traveling at the speed of only one inch every 15 billion years. If he could only carry one atom at a time, how many atoms could he move in 10 to the 157th power of years? He would, even at that incredibly slow speed, be able to move all the atoms in 600,000 trillion trillion trillion trillion universes the size for our universe, a distance of 30 billion light years! Again, by the laws of probability, all of this means that it is simply impossible for 48 prophecies to be fulfilled by chance.

This is the kind of evidence that proves there must be a God who supernaturally gave us this information. Let's keep in mind that we’ve only illustrated 48 out of over 456 Messianic prophecies out of over 8000 total verses in Bible prophecy, of which thousands of verses have been fulfilled already. God challenges us; He really really challenges us!

Wednesday, September 29, 2010

Quanto mais religioso, mais pobre tende a ser um país

Correlação é conclusão de pesquisa feita em 114 nações; EUA são exceção

Para líder ateu, religião rapta bens, dinheiro e mentes que deixam de ser empregados em atividades econômicas

Folha de São Paulo, 27 de setembro de 2010

HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA

Quanto mais religiosos são os habitantes de um país, mais pobre ele tende a ser. Essa é a conclusão de uma pesquisa Gallup feita em 114 nações e divulgada no último dia 31 que mostra uma correlação forte entre o grau de religiosidade da população e a renda "per capita".

Correlação, vale lembrar, é um conceito traiçoeiro. Quando duas variáveis estão correlacionadas, tanto é possível que qualquer uma delas seja a causa da outra como também que ambas sejam efeitos de outros fatores.

Desde o século 19, a sociologia tem preferido apostar na tese de que a pobreza facilita a expansão da religião. "Em geral, as religiões ajudam seus adeptos a lidar com a pobreza, explicam e justificam sua posição social, oferecem esperança, satisfação emocional e soluções mágicas para enfrentar problemas imediatos do cotidiano", diz Ricardo Mariano, da PUC-RS.

"As religiões de salvação prometem ainda compensações para os sofrimentos e insuficiências desta vida no outro mundo", acrescenta.

O sociólogo, porém, lembra que há outros fatores: "A restrição à liberdade religiosa, ideologias secularistas e o ateísmo estatal dos países socialistas contribuíram para a baixa importância que sua população atribui à religião, como ocorre na Estônia, campeã nesta matéria, e na própria Rússia".

Já na Europa Ocidental, diz Mariano, "modernização, laicização do Estado e relativismo cultural erodiram bastante a religiosidade".

A grande exceção à regra são os EUA. Com uma das maiores rendas "per capita" do planeta, 65% dos norte-americanos atribuem importância à religião em sua vida diária. Tal índice é bem superior à média dos países mais ricos, que é de 47%.

Sem descartar um papel para as explicações sociológicas mais tradicionais, que chama de "fator ópio do povo", Daniel Sottomaior, presidente da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) aventa algumas hipóteses na direção contrária, isto é, de que a religião é causa da pobreza. "Ela promove o fatalismo e o deus-dará", diz.

Em certos lugares, notadamente alguns países islâmicos, ela desestimula a educação e impede a adoção do pensamento científico.

Além disso, afirma Sottomaior, "a religião não apenas não gera valor como sequestra bens, dinheiro e mentes que deixam de ser empregados em atividades econômicas e de desenvolvimento".

RELIGIOSOS
Para religiosos ouvidos pela Folha, é a riqueza que pode reduzir o pendor das pessoas à religiosidade.
Segundo o padre jesuíta Eduardo Henriques, "a abertura a Deus é inversamente proporcional à segurança oferecida pela estabilidade econômico-financeira, com exceções, é claro. Espiritualmente falando, os pobres tornam-se sinais mais eloquentes de que ninguém, pobre ou rico, basta a si mesmo. Por isso Jesus chamou os pobres de bem-aventurados".

Já para o pastor batista Adriano Trajano, a pesquisa mostra que quanto maior for o estado de pobreza e pouco desenvolvimento econômico no país, "maior será a busca por subterfúgios sobrenaturais, pois a religião tem esse poder de transportar o necessitado a um mundo de cordas divinas". "Que a religião desempenha um papel importante nas sociedades, não há dúvida, resta saber até que ponto esse papel favorece a vida?", pergunta.

O teólogo adventista Marcos Noleto é mais radical: "Há uma incompatibilidade da fé prática com a riqueza. Assim como dois corpos não podem ocupar um mesmo lugar no espaço, na mente do homem não há lugar para duas afeições totais. Veja que Deus escolheu um carpinteiro e não um banqueiro para ser o pai de Jesus".